Várias vezes, quando estou numa reunião, ou lendo alguma coisa teológica de profundo entendimento (como as bulas de remédio), minha mente faz (ou recebe) comparações para que o entendimento fique mais simples. Vai ver é o que dá ler autores como Lewis e Chesterton que não fazem um capítulo sem uma comparação - sempre ótima.
Colo aqui embaixo algumas destas imagens que queria (e ainda quero) usar em textos mais promissores que o meu blog - mas enquanto eles não chegam, vamos deixar aqui mesmo.
"O rancor é como uma algema, que te prende a pessoa. Entretanto, é uma algema com barra de ferro entre os grilhões. Uma barra de ferro dura, inflexível, que além de te prender eternamente a pessoa, não permite que você abraçe ela. O perdão é o martelo que quebra esta barra de ferro."
"O natal é o extremo oposto da Volta de Jesus. No primeiro, um bom velhinho vem no dia que todo mundo sabe, entra pela chaminé, dá presente para crianças boazinhas (e por coincidência, com pais com salários bonzinhos) para que elas tenham uma vida legal - e ninguém vê nada.
No segundo, um Rei em sua plenitude vem num dia que ninguém sabe, aparece nos céus, dá presentes para crianças, jovens, adultos e velhos que não merecem, leva eles para uma outra terra - enquanto todo mundo está vendo. Tirando o óbvio de que uma é lenda. A outra é realidade."
"O que o diabo faz conosco é colocar pequenos ratos para nos visitarem todas as noites. Nas primeiras noites nós nos irritamos, oramos para que Deus tire eles dali, mas logo aprendemos que uma boa paulada mata os ratos. Deixamos de orar e ficamos com um marreta na mão, esperando o rato entrar. Por três noites ele aparece, e nós o matamos. Na quarta ele não aparece - e um dragão entra pela porta."
"Dizem que o amor cobre perdão de pecados. Isto está totalmente certo. O amor é a ponte que, apesar de todos os pecados, permite que cheguemos à pessoa. Sem o amor, apenas vemos os pecados das pessoas - e não ela trás de tudo, clamando por ajuda."

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