O estabelecimento de plano de vida e de condições de lutar por ele pressupõe também um grau razoável de controle da própria vida. Referimo-nos a um controle apenas parcial, dado que o imponderável e o furtuito inerentes ao viver, (sic) nos impedem de até aspirar ao controle total. A consciência e a sensação de que não controlamos totalmente nossas própria vida é, sem dúvida, elemento de peso a conturbar a qualidade de vida e a felicidade.Discordo da autora, por um motivo simples. A verdadeira felicidade do homem não está em se controlar, mas em Deus ser o seu Senhor, e Ele controlar nossas vidas. Como escreveu ontem o Jo do Canto do Jo, "Só somos verdadeiramente humanos quando somos Cristocêntricos, como bem realça a dogmática Barthiana: 'Em Jesus Cristo não há separação do homem de Deus, nem de Deus do homem'." É no seu Reino, confiando nele, se submetendo a Ele, que encontraremos a verdadeira felicidade.
Poderia escrever mais, mas me falta tempo e inspiração. Em fevereiro eu volto. Espero.