quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Do motivo de não sermos felizes

Estudando um pouco de Recursos Humanos para um concurso no fim do mês (um meio agradável de aproveitar as férias, ainda mais em Florianópolis), econtrei a seguinte frase, numa definição de felicidade:
O estabelecimento de  plano de vida e de condições de lutar por ele pressupõe também um grau razoável de controle da própria vida. Referimo-nos a um controle apenas parcial, dado que o imponderável e o furtuito inerentes ao viver, (sic) nos impedem de até aspirar ao controle total. A consciência e a sensação de que não controlamos totalmente nossas própria vida é, sem dúvida, elemento de peso a conturbar a qualidade de vida e a felicidade.
Discordo da autora, por um motivo simples. A verdadeira felicidade do homem não está em se controlar, mas em Deus ser o seu Senhor, e Ele controlar nossas vidas. Como escreveu ontem o Jo do Canto do Jo, "Só somos verdadeiramente humanos quando somos Cristocêntricos, como bem realça a dogmática Barthiana: 'Em Jesus Cristo não há separação do homem de Deus, nem de Deus do homem'."  É no seu Reino, confiando nele, se submetendo a Ele, que encontraremos a verdadeira felicidade.

Poderia escrever mais, mas me falta tempo e inspiração. Em fevereiro eu volto. Espero.