segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Deus x Erro do Corel?

Ontem estava com um grande problema: o Corel Draw estava com um problema que ia impedir meu trabalho. Mas Deus é mais forte que o erro do Corel.

Nota1: Era um erro feio. Bem feio.

Nota2: Abri hoje o programa de manhã. Agora são 16h05, e nenhum erro. Nenhum.

Nota3: Quando Deus aplicou milagres no Egito, ele venceu cada um dos deuses egípcios. Para os adoradores do Sol (Rá), ele o ocultou por alguns dias. Para aqueles que adoravam o Nilo, ele transformou suas águas em sangue. E por ai vai. Deus humilhou os falsos deuses deste mundo.

Creio que o mesmo aconteceu com Jesus. Ele venceu, de certo modo, nossos deuses modernos. A razão matemática foi vencida no partir de seis pães para mais de 5 mil homens. A razão física da gravidade, na cruz. A razão biológica na morte da figueira, na ressureisção de Lázaro e na sua própria. E a razão hedonista, na cruz.

Não há nenhum entre os deuses modernos que seja maior que Jesus. Não há nada maior do que ele.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Morrer no deserto

Há mais ou menos quatro anos atrás, comecei a minha vida de blogueiro. Com o modesto e simples Mundo de Hoje na Visão de um Cristão, escrevia aquilo que o Senhor falava comigo e algumas músicas (leia-se: rap) que eu fazia também. Também não tinha muita frequência, o que provavelmente vai me atrapalhar quando eu entrar para a imprensa periódica. Além disto, eu estava na primeira série do segundo grau - e vocês devem ter uma idéia da qualidade dos textos.

Entretanto, mesmos antigos, houve um texto daquela época que ainda hoje fala comigo. Atualmente, devido a alguns problemas técnicos, tenho me questionado sobre a bondade de Deus. Ora, mas não é sábio se questionar sobre isto. Deus é bom. Ele sempre é bom, e sempre tem um bom final para as nossas histórias. Sempre. Basta entregarmos a caneta na mão dele e deixar ele passar para o papel o propósito dele.

O tal texto segue abaixo. Dei uma corrigida nele, arrumei algumas coisas, mas se quiserem vê-lo no original, ele está, junto com outros textos com cheiro de naftalina, no The Return Of The Losts Posts. Que o Senhor também fale com vocês, e que possamos aprender a descansar nele.

Ele não nos tirou do vale da sombra e da morte, ou melhor, o mundo, para morrermos, mas sim para vivermos! Nós não podemos imitar o povo de Israel. Pouco depois de sair do Egito, eles viram os os soldados do Egito vindo atrás deles e sem perder tempo disseram a Moisés "Não havia sepulcros no Egito, para nos tirar de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos fizeste isto, fazendo-nos sair do Egito" (Ex 14.11).

O interessante, e curioso, e preeocupante é que o povo que disse isto é o mesmo que há poucas semanas havia presenciado a maior concentração de milagres da história, milagres que atingiram os egípcios e humilharam os seus deuses, um a um. Reclamavam dos soldados, mas se esqueciam que todos os primogênitos daqueles soldados morreram numa mesma noite. Não conseguiam crer que o mesmo que havia lhes dado a liberdade do Egito podia sustentá-los nesta liberdade.

Sempre nos lembramos destas situações dos israelitas como exemplos da infidelidade deste povo, mas será que somos tão melhores assim? Eles reclamavam dos problema que vieram depois da liberdade, mas as vezes reclamamos da nossa também. No início, louvamos a Deus por sermos livres de namorar, de participar dos joguinhos. Louvamos a Deus por podermos descansar esse área diante dele. Entretanto logo depois estamos irritados porque os outros podem namorar, e nós não. Louvamos a Deus pela libertação em nossas vidas, mas depois reclamamos como se esta libertação. Não conseguimos crer que o mesmo que nos deu a liberdade do pecado, do mundo, pode sustentar-nos nesta liberdade.

Mas a palavra oferece uma solução. Repare no que Paulo escreveu aos irmãos de Tessalônica. Na primeira vez que ele viajou a esta cidade, alguns irmãos se converteram. Conheceram a palavra do Deus que é bom. Entretanto, pouco tempo depois, eles foram levados a uma praça e os acusaram de pregar outro Rei. Paulo teve que sair às pressas da cidade, durante a noite - um belo exemplo de quem podia reclamar de ter conhecido a Cristo. Mas o que Paulo escreve a estes homens? "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco." (ITs 5.18). Ele não disse "Só deêm graças na alegria, na paz e na abundância." Em tudo deve ser dado graças. Tiago concorda com isto: "Está alguém entre vós aflito? Ore. Está alguém contente? Cante louvores." (Tg 5.13) Provavelmente é isto o que o autor de Hebreus quis dizer em Hb 13.15. Se sacrificar louvando. Louvar mesmo que doa, mesmo que diante dos olhos não haja nada de bom. Louvar não pelas circunstâncias, mas ao Deus que é acima delas.


É isto ai. Até uma próxima.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Paz na terra (aos fãs de Casting Crowns)

Se o natal já é um tempo de festa, neste ano há um momento a mais para comemorar.

"Peace on the Earth" é o quarto álbum da banda Casting Crownpeace on earth_1s. Como o nome do CD indica, indica, o tema é o Natal, a busca pela mensagem por detrás da data, como informa o MusiChristian.Com. Aliás, o site já está oferecendo o CD para pré-venda por U$S 9.97. Se alguém estiver interessado em comprar, o frete internacional fica em U$S 9. O lançamento do album está previsto para 7 de outubro de 2008.

No site da banda é possível ouvir algumas músicas do álbum. Entre elas uma nova versão de "While You Are Splepping". A música que fala sobre uma cidade que não tem espaço para Jesus nascer saiu originalmente no álbum Lifesong, de 2005. Nesta nova versão, algumas partes foram suprimidas e outras adcionadas, mas o ritmo é o mesmo - assim como a mensagem de advertência aos Estados Unidos.

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Ahá! Meroarganaz também é notícia.

Me dá um Jota!

- Jota!
- Me dá um Ê!
- Ê!


Um homem, cantando num microfone ao som de guitarra, pede letras, enquanto garotas em outros microfones respondem.

- Me dá um Ésse!
- Ésse!
- Me dá um Û!
- Û!


A música serviria muito bem para crianças de cinco anos de idade. Entretanto, o homem canta no hall do Centro de Comunicação e Expressão da faculdade. É quarta-feira, dia em que algumas bandas se apresentam, e aonde alguns estudantes aproveitam para dançar, cantar, ou usar drogas. As vezes tudo ao mesmo tempo.

Hoje, entretanto, ninguém acompanha o homem, a não ser alguns poucos jovens, distribuindo folhetos.

- Me dá outro Ésse!
- Ésse!
- E EU QUERO JESUS!!!


O homem grita, o som da guitarra cresce, a bateria fica mais pesada. É como se das caixas de som saísse animação em ondas sonoras. Entretanto, para este som, boa parte dos estudantes está surda.

Dois jovens passam pela frente do espetáculo, conversando sobre o final da Lei de Moore. Um deles escuta o som, e, num sorriso, diz "glória a Deus". O outro, abaixa a cabeça, e por alguns instantes não sabe direito o que fazer. Um pouco de vergonha lhe atinge as faces. Mas só por alguns instantes.

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É curioso. Sempre nos lembramos do sacrifício de Cristo, das dores que ele passou, dos ferimentos nos pulsos. Entretanto, houve uma outra dor que nossos Senhor passou, uma dor mais próxima de nós. A vergonha. Enquanto ele caminhava até a cruz, as pessoas não faziam um silêncio solene - como se um Deus passasse por ali, por exemplo. Os homens riam dele, faziam piadas, e diziam "Salvou aos outros e não pode salvar a si mesmo".

Temos medo de nos envergonhar. No fundo, ninguém quer passar por ridículo na frente dos outros, pedindo letras para formar a palavra Jesus, ou sofrendo piada dos outros. Entretanto este foi um peso que Cristo carregou. Cristo não se importou em se preservar, em se cuidar. Ele preferiu a vergonha, porque tinha em seus olhos um objetivo maior do que a sua vida terrena. Ele não usurpou ser igual a Deus, mas a si mesmo se esvaziou, indo até a humilhação, e à morte humilhante.

Sejamos humilhados então. Sem vergonhas para fazer o que é certo. Sem vergonhas para fazer aquilo que Deus quis. Sem vergonha de se dizer cristãos, mesmo que isto signifique provocar risadas nos outros. Porque enquanto os outros riem dos evangélicos tolos, Jesus honra os seus filhos diante dos anjos.

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Hoje sem foto mesmo.

E lá vamos nós denovo.