segunda-feira, 30 de março de 2009

Yo!

Para quem não sabe, houve um tempo em que o hip hop cristão era a trilha musical dos meus dias. Bem, este tempo passou, o rock suave do Casting Crows, Jill Philips e Downhere asumiram lugar de destaque - mas meu coração ainda preservou um pouco de nostalgia pelos tempos dos dançarinos com black-power e rimadores.

O vídeo abaixo é uma boa resposta a esta nostalgia. Além do ritmo ser bom, a letra parece ser incrível - afinal, que outro Rap faz menção a Arius?

quarta-feira, 25 de março de 2009

A liberdade dos escravos



Acabei de ver um vídeo que é simplesmente fantástico. Mark Driscoll, o incrível pastor de calças Jeans fala sobre a "alegria dos rebeldes", e, baseado em Filipenses, mostra que o lugar aonde podemos encontrar contentamento não é na cultura (no que os outros dizem) ou na espiritualidade - mas sim em Cristo Jesus, o Senhor.

Vocês podem baixar o vídeo aqui e as legendas aqui. Acho que o Windows Media Player não abre este formato, portanto sugiro que você baixe o BSPlayer. E aqui você pode aprender como ver as legendas com o vídeo.

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Você pode baixar o formato em FLV (mesmo formato dos vídeos do youtube) neste site. (dica do Fabrício, do ótimo Orthodoxia). Para assistir o vídeo, tente o FLV Player.

sábado, 21 de março de 2009

Alívio

"Esta verdade é significante e importante na vida da igreja e nas vidas de seus membros individuais.

Em primeiro lugar, ela dá ao filho de Deus a plena certeza de sua salvação. Se Cristo morreu deveras por todo homem que já viveu, eu nunca poderei estar certo de minha própria salvação. Se Cristo morreu por todos, e mesmo assim muitos perecem, que certeza eu posso ter de que serei salvo? Veja que tal visão, que além de tudo é anti-escriturística, pode levar somente alguém a duvidar sobre sua salvação.

Mas agora, à luz do testemunho da própria Escritura, alguém pode saber com certeza se ele é salvo e se entrará na glória celestial. Jesus morreu pelos pecados do Seu povo — aqueles dados a Ele pelo Pai. Quando Jesus morreu por eles, eles também receberam o Seu Espírito, que opera nos seus corações aquela vida que Cristo mereceu por eles. Tais pessoas são convertidas, confessando diante de Deus e dos homens que pertencem a Cristo. Estes são aqueles que clamam em arrependimento sincero, 'Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!' (Lucas 18:13). E estes têm a certeza do perdão dos pecados e a certeza da vida eterna no céu. Ninguém pode tomar esta certeza deles. Ninguém pode destruir a fé deles. Estes não cairão da graça de Deus uma vez lhes dada. Estes encontrarão conforto e segurança em sua confissão, 'Jesus morreu por mim'.

Mas ainda mais importante, esta verdade da Escritura de que Jesus morreu somente pelos pecados do Seu povo, é a única verdade que exalta o poder e a glória do Nome de Deus. Qualquer outra visão divergente detrata a glória do Seu Nome. Qualquer visão da expiação que sugira que a decisão final com respeito à salvação de alguém descansa no homem, detrata o poder e glória de Deus. Deus não compartilha Seu poder e glória com ninguém! Somente Ele é Deus! Ele tem poder absoluto. Ele determina do princípio ao fim. Ele determina o destino final de toda criatura — e Ele assim o faz em harmonia com Sua perfeita justiça.

Quando alguém considera apropriadamente o fato da expiação; quando alguém entende que aquele por quem Cristo morreu será certamente salvo — ele não pode fazer nada, senão glorificar o Nome de Deus que opera tais maravilhas!"

Autor: Rev. Gise J. Van Baren.

Ok. Se vocês acharem que o que está acima é errado, é anti-bíblico, bem, pensem mesmo, e busquem de Deus a resposta. O que posso dizer é que, apesar de anti-popular, tal doutrina é preciosa, e deve nos levar a adorar ainda mais nosso Senhor e Salvador.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Não tão importantes


Lendo John (ou seria Jonh?) Piper hoje, achei algo que pode parecer maio estranho diante de muito do que ouvimos por ai:

Não é para que nos tornemos importantes que Cristo existe. Antes, nós é quem existimos para que ele seja importante, e para que nos alegremos com isso. O objetivo deste livro é entender que as glórias de Cristo são um fim, e não um meio. O objetivo da glória de Cristo não é nos tornar ricos ou saudáveis. Cristo é glorioso para que, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, possamos nos alegrar nele.

Um homem chamado Jesus Cristo, Jonh Piper, Eidtora Vida


O objetivo de nossas vidas é ele. E mesmo o propósito eterno de Rm 8.29-30, embora trate de sermos a imagem e semelhança de Cristo, tem como objetivo não outro senão "dar glórias a Deus, nosso Pai".

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O livro é editado pela Editora Vida, e tem um ótimo preço. Pela Saraiva, vendendo pela internet, custa míseros R$ 12,50 por ótimas 107 páginas. Está esperando o que para exercitar seu lado consumista?

Enchei a medida de vossos pais

Estava a pouco lendo um texto interessante de Jonh Stott sobre a importância de sermos semelhantes a Cristo. Bem, num dado momento do texto ele falou uma coisa que, apesar de ser, como Chesteron diria, um "estribilho do mundo atual", não me soou bem:
Havia um professor hindu na Índia que certa vez identificou um de seus alunos como sendo cristão e lhe disse: “Se vocês cristãos vivessem como Jesus Cristo, a Índia estaria a seus pés amanhã.” Eu acho que a Índia estaria aos seus pés hoje se nós cristãos vivêssemos como Cristo. Do mundo islâmico, o Reverendo Iskandar Jadeed, que era um árabe muçulmano, disse que “se todos os cristãos fossem cristãos – isto é, como Cristo – não haveria mais Islã hoje.”


"Se formos semelhantes a Cristo, o mundo se dobrará aos nossos pés". Sinceramente, não creio nisto, e por um simples detalhes - quando o próprio Jesus esteve no nosso mundo, não foi assim. Eles não beijaram, mas sim pregaram os pés de Jesus. E depois, quando vemos uma Igreja Primitiva cheia do poder do Espírito Santo, não vemos o império romano, ou as cidades gregas (muito mais cultas que os bárbaros judeus) aceitando o evangelho - mas vemos cristãos perseguidos e mortos.

Creio, sinceramente, que o problema é achar que basta as pessoas verem boas ações para aceitarem Jesus. Não. Não basta imagens agradáveis para causar nova vida. Sem a ação do Espírito Santo, o evangelho sempre será cheiro agradável para aqueles que se salvam, e cheiro de morte para os descrentes.

---correção---

Em relação ao título, e talvez como um exemplo a mais, refiro-me aos judeus que ornamentavam o túmulo dos profetas, dizendo que não fariam o mesmo se tivessem convivido com Elias e Jeremias. Tolice, pois pouco tempo depois eles não estavam matando apenas um dos servos do Senhor da vinha, mas o próprio filho. Do mesmo modo, estes que falam da "grandeza" de Jesus, de como o mundo se curvaria perante ele, são os mesmos que defendem aquilo que Jesus atacou - principalmente a religião de boas obras da carne. Podem não ser judeus, mas espiritualmente são filhos da mesa Hagar, escravos congênitos.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Um peregrino

http://www.dartmouth.edu/%7Elibrary/rauner/images/InspiredEditions_Bunyan_sm.jpg

(é mais ou menos assim que eu me sinto neste vida de estudante, levando roupas, cabos, livros e notebook nas terças-feiras)

E é só por hoje.