Apenas continuando o texto. Agora, passando para uma parábola:
"O Reino dos Céus é semelhante a um homem que, escrevendo uma história, encontrou personagens que desejassem ter suas histórias escritas por ele. Eram personagens que depois de encontrar o autor, largaram seus finais felizes e resolveram viver segundo o enredo que o Autor quisesse.
Digo-vos que estes personagens, que se curvaram à caneta do autor, foram amados por ele, e este amor é tão grande que, um dia, lhas será permitido sair da folha, e compartilhar da existência com seu Autor. Serão reais então.
Eis que vos digo que o dia da transformação vem sem demora. Bem-aventurado o que espera alerta"
sábado, 28 de julho de 2007
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Nosso Drama Particular
![]() |
| "E se o mundo for uma espécie de show? E se todos nós formos apenas talentos reunidos pelo Grande Descobridor de Talentos Lá de Cima? O Grande Show da Vida!" (Philip Roth) |
Num relato passado, falei do Rei Igiosso, e da Invasão de seu Reino. Queria fazer um texto bonitinho e bem feito, assim como queria fazer de Igiosso um conto de 20 páginas. Como a Vilã da inspiração resolveu falha hoje, coloco uma frase. Um pensamento.
Somos muito semelhantes à atores. No monólogo de nossa vida, muitas vezes de improviso, tentamos agradar a platéia de outros atores ao nosso redor. Tentamos que os outros ajam conforme o nosso script, e quando isso não acontece, sentimos nosso teatro desabar.
Porém, em alguns momentos, vemos alguns atores, colegas de profissão, apresentando de jeito estranho. É neste momento que ouvimos que eles estão apresentando não para os outros, como atores normais, mas para um tal senhor, um Diretor.
Encurtando a história: pode parecer incrível, mas foi do agrado deste diretor temível e majestoso se agradar de nosso drama particular. E isto é tão sério que ele nos ajuda a agirmos de forma agradável a Ele. Cada cena de nossa vida passa a ser cheia de um significado, pois é o cenário que nosso Diretor nos deu para nele vivermos nossa história.
Tu, Senhor, és o Diretor, o Ajudador e a Platéia de nosso Espetáculo.
-------
"Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens." (1Co 4.9)
terça-feira, 17 de julho de 2007
sábado, 7 de julho de 2007
Um poema em prosa
No início, tínhamos a lei, que nos dava uma dimensão do nosso erro.
Era como uma luz que, quem sabe um pouco fracamente, mostrava que tínhamos um peso sobre nós.
Porém um dia veio Cristo. A Luz veio à Terra, e mostrou aos homens o quão maus eles eram. Sim, eles colocaram ele numa cruz por causa disto, mas no íntimo, sabiam que além do peso que já os assombrava, havia algo maior, crescente.
Este é o estranho da vida cristã. Falamos de graça, sim, mas Deus teve mais do que apenas graça. Teve um amor, um profundo amor por nós. E isto é simples de ser visto.
Ele nos mostrou o erro. Bem, nós não merecíamos isto. Mas além disto, ele nos deu um ajudador, um amigo, alguém para a cada dia nos iluminar com sua luz, mostrando nossos erros. Ele nos deu força também.
Mas não só isto. Este ajudador, com o tempo, mesmo sendo tão bom, e tão gracioso, poderia se tornar um enfado, mostrando nossos erros e nos levando a ver que apenas com uma concentração sobre-humana nós poderíamos alcançar o padrão dele. Era um Lei
mais terrível, pois passou a morar dentro de nós.
Mas como disse acima, Cristo é gracioso, mas é amoroso. Ele não se conteve em nos livrar de um peso terrível, e nos dar uma direção. Ele fez com que sua luz brilhasse tão forte por entre a neblina que nos separa dele que Ele se tornasse (se bem que já era) desejável. Ele nos salvou, morreu, venceu, mas também sorriu, e um sorriso tão belo que não precisamos de muito para amá-lo.
Salvador, ajudador, amigo, amável, és.
---------
Isso me veio, o sentimento que burbulhou este texto pra fora, depois que eu ouvi esta ministração hoje de manhã. Podem criticar os adventistas por tudo, e andar na frente de seus templos vendendo pipoca nos sábados só pra criticar, mas Alejandro Bullón tem umas ótimas palavras.
Era como uma luz que, quem sabe um pouco fracamente, mostrava que tínhamos um peso sobre nós.
Porém um dia veio Cristo. A Luz veio à Terra, e mostrou aos homens o quão maus eles eram. Sim, eles colocaram ele numa cruz por causa disto, mas no íntimo, sabiam que além do peso que já os assombrava, havia algo maior, crescente.
Este é o estranho da vida cristã. Falamos de graça, sim, mas Deus teve mais do que apenas graça. Teve um amor, um profundo amor por nós. E isto é simples de ser visto.
Ele nos mostrou o erro. Bem, nós não merecíamos isto. Mas além disto, ele nos deu um ajudador, um amigo, alguém para a cada dia nos iluminar com sua luz, mostrando nossos erros. Ele nos deu força também.
Mas não só isto. Este ajudador, com o tempo, mesmo sendo tão bom, e tão gracioso, poderia se tornar um enfado, mostrando nossos erros e nos levando a ver que apenas com uma concentração sobre-humana nós poderíamos alcançar o padrão dele. Era um Lei
mais terrível, pois passou a morar dentro de nós.
Mas como disse acima, Cristo é gracioso, mas é amoroso. Ele não se conteve em nos livrar de um peso terrível, e nos dar uma direção. Ele fez com que sua luz brilhasse tão forte por entre a neblina que nos separa dele que Ele se tornasse (se bem que já era) desejável. Ele nos salvou, morreu, venceu, mas também sorriu, e um sorriso tão belo que não precisamos de muito para amá-lo.
Salvador, ajudador, amigo, amável, és.
---------
![]() |
Isso me veio, o sentimento que burbulhou este texto pra fora, depois que eu ouvi esta ministração hoje de manhã. Podem criticar os adventistas por tudo, e andar na frente de seus templos vendendo pipoca nos sábados só pra criticar, mas Alejandro Bullón tem umas ótimas palavras.
Assinar:
Comentários (Atom)

