sexta-feira, 27 de julho de 2007

Nosso Drama Particular


"E se o mundo for uma espécie de show? E se todos nós formos apenas talentos reunidos pelo Grande Descobridor de Talentos Lá de Cima? O Grande Show da Vida!" (Philip Roth)

Num relato passado, falei do Rei Igiosso, e da Invasão de seu Reino. Queria fazer um texto bonitinho e bem feito, assim como queria fazer de Igiosso um conto de 20 páginas. Como a Vilã da inspiração resolveu falha hoje, coloco uma frase. Um pensamento.

Somos muito semelhantes à atores. No monólogo de nossa vida, muitas vezes de improviso, tentamos agradar a platéia de outros atores ao nosso redor. Tentamos que os outros ajam conforme o nosso script, e quando isso não acontece, sentimos nosso teatro desabar.

Porém, em alguns momentos, vemos alguns atores, colegas de profissão, apresentando de jeito estranho. É neste momento que ouvimos que eles estão apresentando não para os outros, como atores normais, mas para um tal senhor, um Diretor.

Encurtando a história: pode parecer incrível, mas foi do agrado deste diretor temível e majestoso se agradar de nosso drama particular. E isto é tão sério que ele nos ajuda a agirmos de forma agradável a Ele. Cada cena de nossa vida passa a ser cheia de um significado, pois é o cenário que nosso Diretor nos deu para nele vivermos nossa história.

Tu, Senhor, és o Diretor, o Ajudador e a Platéia de nosso Espetáculo.

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"Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens." (1Co 4.9)

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