quarta-feira, 12 de maio de 2010

O altar de Acaz

crédito: desenho de Júlia Dutra sobre textura do Grunge Textures

Há pouco estava lendo 2 Reis 16. Embora quase todos os anos leia essa passagem, é surpreendente ver a que nível chegou Acaz, rei de Judá. Filho e neto de reis piedosos, e provavelmente conterrâneo de alguns profetas, ele não se contentou em deixar o Senhor e seguir o caminho dos reis de Israel. Numa visita à Assíria, se encantou com um dos altares, e resolveu um parecido no lugar do altar de bronze construído por Salomão. A partir do retorno do rei à Judá, todos os sacrifícios seriam feitos no novo altar. O velho, ficaria para "deliberação posterior".

Se o altar de bronze tem a ver com a morte de Cristo, com nossa justificação, esta passagem não revela como a Igreja está hoje? Quando esquecemos de falar da Cruz, quando deixamos de lado os fundamentos e a importância da obra de Jesus, não fazemos o mesmo? Não colocamos no centro a adoração aquilo que é novo, diferente, exótico, e colocamos a Verdade de lado?

Que o Senhor tenha misericórdia de nós, e nos leve ao caminho certo. Que possamos, assim como Moisés e os primeiros discípulos, seguir o modelo que foi mostrado no monte.

Um comentário:

  1. Fabrício10:08 PM

    Verdade, quantas vezes já me peguei flutuando em meus devaneios ao invés de fixar os olhos no que é primordial. Que Cristo seja o centro, sempre.

    Gostei do desenho... e (ok são coisas diferentes) ver o "Grunge Textures" me lembrou de como gosto de bandas Grunge / Post-Grunge com vocal rouco like Third Day, Lifehouse, Jeremy Camp, Augustine's Garden, GS Megaphone, etc.

    Abração e que Deus abençoe!

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